O blog Chata de Galocha mapeou as novas iniciativas de Economia Compartilhada em moda e a gente estava entre elas:

“Acho que depois do famoso “comer e não engordar” o sonho de toda mulher deve ser algo do tipo “nunca mais repetir roupa”, afinal quem nunca quis ter um look diferente para cada ocasião? Acontece que para isso seria necessário, além de muito dinheiro (!!), ir contra uma ideia muito bacana e que agora está ganhando muita força: o consumo consciente.
Consumir com consciência é legal porque bota todo mundo pra pensar nas reais necessidades de investir em uma peça de roupa ou acessório, independentemente do preço. É aquela coisa de avaliar qual a real necessidade de comprar aquilo partindo da funcionalidade que ela vai ter na sua vida dali em diante, por isso não existem fórmulas para consumir de forma racional já que cada pessoa tem diferentes necessidades quando compra algo novo, né? Outra coisa que eu acho muito interessante no consumo consciente é a questão da preservação ambiental. A indústria têxtil está entre os quatro tipos que mais consumem recursos naturais e que mais poluem.Consumir menos, no caso, significa deixar menos marcas no meio ambiente.
Eu, que poderia ser presidenta do clube “Comprei e não usei”, hoje tento evitar isso ao máximo, embora seja difícil porque é uma delícia estar sempre diferente! Para quem quer aderir ao consumo consciente mas não quer abrir mão dos looks variados, dou aqui a dica de três empresas muito legais que têm ajudado pessoas que buscam por visuais diferentes, mas por algum motivo não querem investir em uma nova peça. De quebra, elas vêm cumprindo direitinho o pré-requisito de ajudarem a poupar os recursos naturais. O mais legal é que todos eles têm um mote comum e que também está super em voga hoje em dia: o compartilhamento!

(…)

Na My Open Closet, Lorena Oliveira, proprietária do negócio virtual, mirou em dois públicos: as meninas que não gostam de repetir roupa e aquelas que têm vários vestidos encostados no armário e querem ganhar uma graninha extra com eles. Com um acervo pra lá de grifado, além de poder alugar marcas como Valentino, Pucci, Dolce & Gabanna, Vivaz e Barbara Bela a partir de R$150 também é possível disponibilizar um vestido seu para aluguel.“Repetir roupa quase nunca é uma opção quando o assunto é festa, mas por outro lado, é impossível comprar um vestido diferente a cada evento”, contou. Hoje, a My Open Closet conta com mais de cem vestidos de meninas do Brasil todo, muitos deles da própria Lorena que costumava comprar um vestido por evento, há tempos atrás. Ela me disse que é preciso muito desapego para colocar uma peça querida na roda, mas é melhor do que ter o vestido encostado no armário. “Tem um Valentino que comprei com a intenção de usar quando fosse me casar no civil, mas nunca usei e provavelmente nem serei a primeira a usar”, ri.”

Leia a matéria na íntegra no Chata de Galocha.